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domingo, 29 de março de 2015

a favor das cotas raciais no ensino superior

Um breve texto a favor das cotas raciais no ensino superior

Cotas raciais: uma política provocativa para a inclusão de negros no ensino superior, incentivando que mudanças maiores aconteçam na sociedade.
Em ocasião do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, este blog, que desde o início tem pautado a questão racial, não poderia deixar de tecer alguma reflexão sobre esta data. Neste texto, pretendo defender o projeto das cotas étnico-raciais para o ensino superior. Não me ative a uma longa argumentação, pois creio que existem demasiados textos na internet que defendem as cotas raciais com extensos e fundamentados argumentos. Aqui, apresento uma breve reflexão procurando sintetizar os principais pontos do debate.
Já faz algum tempo que o debate dascotas raciais tem rodeado as discussões sobre o acesso ao ensino superior, mas foi recentemente que sua força aumentou, após a aprovação unânime pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do sistema de cotas aplicado pela Universidade de Brasília (UnB). Do mesmo modo, a polêmica parece ter se revigorado.
Segundo o Censo Demográfico de 2010, pela primeira vez o Brasil deixou de ser um país majoritariamente branco. Os negros (soma de “pretos” e “pardos”) somam 50,75%. Essa representação, contudo, não se espelha da forma igualitária em toda a sociedade.
As desigualdades de escolarização entre brancos e negros, por exemplo, têm caído muito lentamente, sobretudo no ensino superior. A expansão das faculdades particulares, junto com políticas como o ProUni, favoreceu a presença de negros nesse nível de ensino. No entanto, apenas 26,2% dos estudantes do ensino superior são negros, como podemos notar na figura abaixo.
Distribuição dos/as estudantes brasileiros/as do ensino superior, por sexo e cor/raça, de todas as idades. (Fonte: PNAD 2003 e 2009, extraído de Rosemberg & Madsen, 2011)
As cotas raciais apresentam-se como uma possível medida a fim de equiparar, em parte, essas históricas desigualdades. É sabido que a condição desfavorecida da população negra remete ao passado escravagista, mas não basta apenas reafirmar essa óbvia constatação, como também cobrar que o Estado se responsabilize pela situação de exploração da força de trabalho negra, assim como pela negligência, de fundo racista, que se seguiu pelas décadas posteriores ao abolicionismo.
É essencial que fique claro que a inexistência de uma “raça biológica” não elimina a possibilidade de um racismo, de origem social. A discriminação não se dá em função do DNA mitocondrial, utilizado para deduzir a antecedência de um indivíduo, ou sequer da concentração de melanina na pele. O que está em jogo são quais sentidos e significados, bem como seus efeitos, que surgem a partir da percepção de fenótipos como a cor de pele e o tipo de cabelo, somada ao contexto do sujeito (seu estilo, seu local de moradia, sua profissão etc) que dependem de olhares que são sempre subjetivos e, portanto, contextuais.
Políticas distintas são necessárias para se alcançar a igualdade racial. Com as cotas raciais, poderemos dar passos importantes – mas não os únicos! – para que o destino de crianças negras, como a da foto, não esteja selado por um histórico de desigualdades e opressões.
Não são as cotas que “solucionarão” o problema do racismo; sua função, enquanto política compensatória (leia mais aqui), é minimizar o efeito das desigualdades raciais no acesso ao ensino superior e, dessa forma, estimular mudanças sociais mais amplas: aumentar a participação de negros nas universidades públicas, incrementar a presença de negros em postos de trabalho mais qualificados e fornecer referências simbólicas positivas para a identificação da população negra, para além dos papéis estereotipados das faxineiras, dos sambistas e dos traficantes.
Por fim, é importante ressaltar que a questão racial não se resume a problemas socioeconômicos ou, mesmo se se resumisse, nos caberia indagar qual é o papel do Estado na marginalização dos negros, confinando-os a situações de pobreza durante tantos séculos.
Existe, sim, uma dívida histórica e as cotas raciais são a principal alternativa à tendência de, na onda do “racismo à brasileira”, sufocar os negros no discurso da miscigenação como fonte de oportunidades iguais a todas e todos. Sabemos que essa igualdade não existe. Mas não basta saber, deve-se agir e assumir a ousadia da mudança.

https://ensaiosdegenero.wordpress.com/2012/11/21/um-breve-texto-a-favor-das-cotas-raciais-no-ensino-superior/

domingo, 22 de março de 2015

A África, o Brasil, a geografia e a educação: Rafael Sanzio at TEDxUFF

Relações étnico-raciais e educação: Petronilha Silva at TEDxUFF

Vamos agora assistir à aula “Relações étnicoraciais e educação”, ministrada pela professora Petronilha Silva e disponível no seguinte endereço: https://www.youtube.com/ watch?v=3jzxBnlpySY. Procure elaborar um check-list com as informações fornecidas pela professora que formataria uma política de valorização da cultura afro-brasileira.


Atividade I: Vamos agora assistir à aula “Relações étnicoraciais e educação”, ministrada pela professora Petronilha Silva e disponível no seguinte endereço: https://www.youtube.com/ watch?v=3jzxBnlpySY. Procure elaborar um check-list com as informações fornecidas pela professora que formataria uma política de valorização da cultura afro-brasileira.

PARTINDO DO VÍDEO DA PROFESSORA PETRONILHA NÓS FIZEMOS UMA LISTA A PARTIR DAS SÁBIAS E MARAVILHOSAS PALAVRAS DA PROFESSORA E MESTRA EVOCANDO O DIREITO PRIMORDIAL DAS DIVERSIDADES ETNICOS RACIAS E SEUS MEANDROS,  NO TOCANTE AS DIRETRIZES CURRICULARES DO ENSINO ETNICO RACIAL E OU TAMBÉM EVOCANDO O DIREITO MAGNO DA PRÓPRIA CONSTITUIÇÃO FEDERAL QUE PROMULGA ESSES PARTINDO DO SEU PRIMEIRO ARTIGO E ASSIM SUBSEQUENTEMENTE:

            Partindo da fala (Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva): Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva nasceu em Porto Alegre, no bairro Colônia Africana, em 1942. É licenciada em Letras e Francês (1964), possui mestrado em Educação (1979) e é doutora em Ciências Humanas - Educação (1987) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. transcrevemos assim pontos norteadores da fala da mestra professora, ponto a ponto  cronologicamente em seu discurso:

Tema proposto e evocado: Educação das relações étnicos raciais e educação
como obrigatoriedade a partir da lei e seu aniversario da lei 10.639/03;

Momento de avaliação constante e cuidadosa de política pública e ação afirmativa da população negra no Brasil,  reconhecimento da população negra em sua totalidade afirmativa e reparadora e construtiva no processo assertivo de nossa identidade, e  bem como da presença desta população negra no Brasil e toda a sua construção e participação afirmativa;
Indaga-se por que se fez tão pouco e o que esta em jogo com esta política afirmativa e reparadora;
Material de ensino e formação existem? Formação dos professores?
- ouso a responder que a longo dos anos milhares de reais foram investidos nestas em capacitações e mobilizações e outras assertivas  e outrossim a exemplo este nosso próprio curso de formação faz parte deste momento de formação de educadores alem de tantos outras ações cito uma:
 projeto a cor da cultura: http://www.acordacultura.org.br/;
A criação dos fóruns permanentes de educação étnico racial: 
Movimento negro  força a discussão nacional e fala e constrói a muitas mãos a educação das ERER entre  1980 e 1990 num arcabouço histórico iniciado pelos grupos de resiliencia negra sejam nos kilombos, senzalas, lutas no grupo de teatro negro – 13 de maio e 20 de novembro (ida as escolas  dos professores e militantes questionam as escolas???)
“Abertura de projeto e ou final de projeto de ação permanente e longa questionam militantes do movimento negro... e escolas questionam nos não sabemos como realizar”
Reunião de professores negros onde tinham atividades pelo pais inteiro em grandes cidades e pequenas cidades no Brasil inteiro, o que podemos fazer?
Primeiros cursos de formação de historia afro brasileira e africana; mesmo com poucos conteúdos;
Não se trata de novos conteúdos – relação das pessoas negras e não negras serão humanizadas – inter relação e respeito mutuo.  Ser relação respeito e reconhecimento nas suas diferenças, partindo então as ERER;
Afirmação da leis 10.639/03 e 11.645/08  (corrigindo a mestra Petronila), partindo do CNE e elaboração das relações pedagógicas e diretrizes curriculares e interpretação do CNE;
Historia e cultura negra e as relações cultura negra e afirmação e reafirmação;
CNE seguindo o que MN vinha dizendo sobre conteúdo ERER e suas relações existentes  tem que ser reformuladas;
Pauta para uma política afirmativa de estado mais que não incide unicamente em conteúdos não diminuindo o valor do conteúdo previsão de respeito dos conteúdos ;
Parecer do CNE todos os brasileiros devem conhecer e respeitar todos as etnias e povos além do CNE a própria constituição devera negociar isso e novo projeto de sociedade que sociedade nos queremos. Estabelecimento das diretrizes curriculares étnicos raciais;
Não só simples conteúdo mais amplo respeito a todas as raízes e não só parecer da CNE mais ato constitucional, estabelecer no conhecimento mutuo de nossas raízes e projeto de sociedade conhecer o outro e conviver o outro não como tolerância mais como igual;
Partindo do projeto que sociedade que queremos Incidências entre áfrica e diáspora relações internacionais, reconhecendo a historia de áfrica e dos escravizados e bem como a historia do velho continente. Reconhecer a nossa historia parte também da própria raiz africana e indígena e não só a européia;
A escola como sociedade ampla privilégio para uns  que se consideram elites e perfeitos e marginalização para outros.. relações incidem no modo de ser e viver de todos os brasileiros hierarquias racismo e discriminação são ensinados em relações hostis...em todos os níveis de ensino sejam no infantil, fundamental ate as IES;
Sistema mundo patriarcal implementado dono da vida partindo do mundo Séc XVI num sistema patriarcal estrutura senhor, escrivão e padre dono de tudo lugares guardados em todo;
Em clima de século XVI vem escola com jesuítas socialização de escolas orientada da assimilação e da inculturação convencidos todos como brancos, reforço a crianças negras referendo da identidade falida, participando direta da morte de identidade da própria vida. Falta de incentivo do dialogo da corroboração de ações;
Incentivo de convívio o dialogo a possibilidade de todos nos os que nos abrimos mão e o que tu tens que abri mãos;
“Palavras de 1897 Rui Barbosa eleita senador: as chaves misterioso que nos aflige a ignorância popular  e mãe da ignorância e da  miséria”;
Atribuir ao povo a razão da pouca escolaridade e da preguiça falta de interesse relegadas ao povo;
1980 educação escolar indígena e parecer escolar Kilombola esforço por parte das políticas publicas o que falta: Os próprio professores, diretores e  executores da política  e cidadãos que tenhamos crianças na escola ou não,  não costumamos lê os textos legais , executar textos legais;
Que projeto de sociedade a escola tem,  os professores tem que projeto,  a comunidade escolar qual o projeto fora o mono cultural. Que projeto de sociedade eu estou perpassando eu estou passando;
Trafico humano crime da humanidade Cristiane Taubirar.  A um litígio no crime meio mais perene na memória coletiva este crime, o que deve considerar um conhecimento a todos;
Políticas cumpridas por todos os brasileiros, temos que esta próximo das escolas de posse das diretrizes curriculares e fazer cobranças e fazer cobrança sociedade equânime, os primeiros que fizerem serão loucos e expulsos mais deveremos resistir, as escolas e universidades vão mudar;
Fazer esta leitura a partir das Africanidades e afro brasileiras,  busca africanos e diáspora e do continente, humanização no nosso pais e fortalecer o bem comum orientar o principio das relações étnicos africanos;
Estabelecer a médio prazo Intercambio da língua africana incentivar, bem como incentivo do aprendizado de pelo menos uma ou duas das 200 línguas indígenas do pais também  assim como eu quero estabelecer um conhecimento da cultura européia preciso saber um ou duas língua européia;
Troca de conhecimento e recriação de cosmovisão entre as diferentes formas que criam a cultura brasileira,  caberá a nos professores e a todos os interessados;
Excelência acadêmica e revalidar a cultura, são necessários para uma sociedade étnica pluri-étnica  e pluricultural;
Instigar a todos a luta e participação ....”professora e mestra Petronila....

APROVEITAMOS PARA SOCIALIZAR TAMBÉM AS AFIRMAÇÕES LEGAIS ESPECIFICAS PARTINDO DO MEC/SECADI.
Pareceres e Resoluções sobre Educação das Relações Étnico-Raciais

http://portal.mec.gov.br/index.php?catid=323:orgaos-vinculados&id=12988:pareceres-e-resolucoes-sobre-educacao-das-relacoes-etnico-raciais&option=com_content&view=article
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Parecer quanto à abrangência das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Orientações para que a Secretaria de Educação do Distrito Federal se abstenha de utilizar material que não se coadune com as políticas públicas para uma educação antirracista.
Denúncia de racismo na Escola Estadual Delmira Ramos dos Santos, localizada no Bairro Coophavilla II, Município de Campo Grande, MS.

Reexame do Parecer CNE/CEB nº 15/2010, com orientações para que material utilizado na Educação Básica se coadune com as políticas públicas para uma educação antirracista.
Palavras-chave: CNE, diretrizes, relações, étnico, raciais

biografia da professora petronilha beatriz gonçalves e silva uma das baloartes da lei 10.639/03

BIOGRAFIAS

Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva





Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva nasceu em Porto Alegre, no bairro Colônia Africana, em 1942. É licenciada em Letras e Francês (1964), possui mestrado em Educação (1979) e é doutora em Ciências Humanas - Educação (1987) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Atuou na docência e na coordenação pedagógica na Educação Básica nas redes pública e particular de ensino, na Escola Estadual de 1º. e 2º. Graus Cândido José de Godói e no colégio Sévigné e em cargos técnicos na Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, no Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul e como docente da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Cursou especialização em Planejamento e Administração da Educação no Instituto Internacional de Planejamento da UNESCO, em Paris (1977). Realizou estágio de Pós-Doutorado em Teoria da Educação, na University of South Africa, em Pretoria, África do Sul (1996), foi professora visitante nesta universidade, assim como na Universidad Autonoma del Estado de Morelo, in Cuernavaca, México (2003).

Por indicação do Movimento Negro, foi conselheira da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, mandato 2002-2006. Nesta condição foi relatora do Parecer CNE/CP 3/2004 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e participou da relatoria do Parecer CNE/CP 3/2005 relativo às diretrizes curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia.
É docente no Departamento de Metodologia do Ensino e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos. É pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros NEAB/UFSCar e milita em grupos do Movimento Negro. Petronilha é coordenadora do Grupo Gestor do Programa de Ações Afirmativas da UFSCar e também coordena juntamente com a professora Maria Waldenez de Oliveira o Grupo de Pesquisa Práticas Sociais e Processos Educativos (UFSCar). Participa do International Research Group on Epystemology of African Roots and Education, coordenado pela Profª Drª Joyce Elaine King da Georgia State University/USA. 
É conselheira do World Education Research Association (WERA) representando a Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (ABPN) e Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd).
Petronilha participa ativamente da produção de conhecimentos e da construção de políticas públicas, com vasta participação em eventos científicos em todo o Brasil, na América Latina, África e Europa.
É autora da tese “Educação e identidade dos negros trabalhadores rurais do Limoeiro" defendida em 1987 e digitalizada em abril de 2010. Lançando mão de uma metodologia de pesquisa com base na fenomenologia de Merleau-Ponty, Petronilha buscou, nessa obra, captar a maneira de vivenciar o mundo, isto é de se educar, própria de uma comunidade de negros trabalhadores rurais do Limoeiro/RS. Após dezoito anos de seu doutoramento, sua tese serviu como documento para o reconhecimento da comunidade do Limoeiro como quilombo.
Publicou, em 1987, o livro Histórias de Operários Negros. Dentre suas publicações destacam-se: “O jogo das diferenças: o multiculturalismo e seus contextos” (1998), livro redigido em co-autoria com Luiz Alberto Oliveira Gonçalves; “Educação e Ações Afirmativas: entre a justiça simbólica e a injustiça econômica” (2003), livro redigido em co-autoria com Valter Roberto Silvério; “De Preto a Afro-Descendente - Trajetos de Pesquisa sobre Negro, Cultura Negra e Relações Étnicos Raciais no Brasil”, livro elaborado com Valter Roberto Silvério e Lúcia Maria de Assunção Barbosa; o artigo “Movimento negro e educação” (2000), em co-autoria com Luiz Alberto Oliveira Gonçalves publicado na Revista Brasileira de Educação; “Pesquisa e luta por reconhecimento e cidadania” (2005), capítulo publicado no livro “Afirmando diferenças: montando o quebra-cabeça da diversidade na escola”, organizado por Anete Abramowicz e Valter Roberto Silvério, dentre outras.



Em 2010 foi indicada wanadoo wayoou, isto é, integrante do Conselho do Chefe do povo Ioughoy de Gao, no Mali, Hassimi Maiga.


Fonte: Biografia elaborada com base no texto redigido por Oliveira Silveira, disponível 


em<http://negraldeia.blogspot.com/search?q=petronilha+>


e nas informações extraídas da Plataformas Curriculum 


Lattes<http://lattes.cnpq.br/5770245673371690>.


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